Yo
Minha Graça: Silvia
Vulgarmente chamada de: Sil
Quantas vezes já girei em torno do sol: 18 proveitosas e cansativas voltas
nascida em: 20 de Março
Me encanta: música, chuva, lápis 6B, amigos, família, clichês (percebe-se), música, desenhar, caneta de nanquim, música, portunhol, quadrinhos, coisas antigas, música, pigmento na emulsão acrílica, um tal de rock and roll, metáforas, sushi, álcool em geral, música, situações, viajar (em todos os sentidos), redenção, redação, música, show, e um pouco de música.
O que eu faria com mil reais: Compraria um fusca e pintaria de roxo.
O que eu quero meter na cabeça das pessoas: Podem nos tirar tudo; casa, comida e roupa lavada. Podemos ficar na merda, sem ninguém e sem nada, mas aquilo que sabemos, aquilo que conhecemos, aquilo que descobrimos, aquilo que pesquisamos, isso não, isso será nosso para sempre. Adquira o máximo de conhecimento que puder, conhecer novos lugares, novas pessoas, novas experiências, por menor que pareça, sempre vai acrescentar em algum aspecto da tua vida. Filosofia de vida: comer e viajar; as quatro melhores coisas do mundo.


shoot me a fucking emeio! :)

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Segunda-feira, Julho 21, 2008

Tu quoque, Brute, fili mihi?


Cá estava eu dando minha voltinha rotineira pelo popoholic, sem desejar mal a nada e a ninguém, sem espalhar as maldade e os encosto, sem botá os fio dos ôtro nas maconha, quando, de repente, me deparo com a cena do quadro da dor sem moldura. Dê uma boa analisada neste printscreen:


Pois bem, ressalto se ainda não evidente:
isso...

... e isso

Tipo... sabe?


postado pela querida Sil às 20:22h

Segunda-feira, Julho 14, 2008

Esses tempos lembrei do dia em que eu perdi meu dente. E ri - pra caralho - sozinha. Aí comecei a pensar que, nossa!, faz um ano isso. Faz um ano que eu saí correndo atrás do Santana e houve, literalmente, uma pedra no caminho. Mas, quando não se perde um dente, é sempre bacana andar de ônibus. É como tomar um banho; é um momento seu, de intensa reflexão momentânea, de avaliação dos tempos, de evasão no espaço. É maravilha, albertô. São trechos da cidade que vão se construíndo ao longo de um caminho que nós já sabemos por onde trilhará, é aquela excitação de ver um pedestre conhecido e não poder cumprimentar, é levantar bem antes da parada por saber que, do cobrador à porta de trás, na hora do 'rush', é uma atucanação longa como a Sapucaí, enfim, é sempre peculiar. Ler, ouvir um som, conversar, o ônibus é o momento de espairecer, ele é sinônimo de pressa e objetividade porém, por si só, é um momento de tranqüilidade onde a única solução é esperar - e, se for o caso, culpá-lo! Ônibus atrasado é sempre uma desculpa que cola. Ou ainda enguiçado, ou ainda lotado, ou ainda "meu bus atropelou uma pinta na João Pessoa, acredita!?". Sempre cola. Fora que é ecológicamente correto fazer as andanças diurnas de ônibus, o transporte coletivo é sempre alguns carros a menos emitindo cêódois por aí.
...
acabei de ver o plágio do Coldplay dos Creaky Boards, meldeus, perdi a linha de raciocínio do post. a internet dispersa.
click here!


postado pela querida Sil às 21:28h

Sexta-feira, Junho 27, 2008

oy oy oy my friend Johnson


Poois bem. Cá estou eu, num cinza dia portoalegrense, onde as coisas murcham, as mãos congelam, os pés trincam, os ânimos acalentam, a Sapucaí cresce e o gato dorme - muito, por sinal. No princípio deste mesmo mês que, ahora, está por nos deixar, o bloguxinho aqui fez cinco anos. Não que seja lá muito relevante, mas é algo interessante de se *sinônimo para "relevar" no infinitivo*.
Faz tempo que não escrevo, faz tempo que não desenho, faz tempo que não vou ao aeroporto sem objetivos. Não que o tempo tenha sido um grande hiato, mas voltar à rotina é sempre desanimador. O tempo agora deu um belo solavanco, convivo com pessoas novas e freqüento lugares diferentes dos habituais. Novos e diferentes, porém geniais, divinos e maravilhosos, porém novos e diferentes. Laissez-faire, c'est la vie. Não caí na real ainda, apenas trupiquei nela.
Li minhas resoluções para dois mil e ocho... já é metade do ano, me cabia um balanço. Desisti de contar os ônibus em Fevereiro, não emagreci vinte quilos, não virei circunspecta, no soy novia de un argentino viril y bonitón, não sou menos fatídica, não dei um mísero banho no Otto, não usei mais cetim, não escrevi o dicionário Beeshes-Português, não botei meu piercing no mamilo esquerdo que nem a Richie, não viajei mais nem comi melhor, não viajei mais nem comi melhor, não parei com ambigüidades (percebe-se), não concluí um gibi, não ganhei um torneio de bisca, não ganhei de alguém com mais de oito anos no xadrez, não parei de me importar com a high society de Manhattan e tenho certeza que assistirei ao show do Rei na virada para 2009.

Eu não presto pra pica alguma.


postado pela querida Sil às 11:17h

Sexta-feira, Maio 09, 2008


Adoro a B., adoro Breakfast At Tiffany's, adoro moon river, adoro o Sinatra, adoro a S., adoro chuva, adoro o Cat, adoro meia-calça colorida, adoro sobretudo, adoro porcinas, adoro o C., adoro Manhattan, adoro a Audrey Hepburn, adoro o Capote, adoro a little J., adoro o D., adoro o E., adoro o N., adoro adoro adoro Gossip Girl.


postado pela querida Sil às 22:25h

Quarta-feira, Abril 23, 2008

No dia em que eu me apaixonei por um anão travesti...

Me encanta los vicios


Nessa internet furada e sem graça, há sempre a luz no fim do túnel. Há sempre aquele profile que faz valer todas as andanças por comunidades, há sempre aquela fofoca quente que vale todas as páginas do just jared e, sem dúvida, há sempre aquele vídeo - mas aquele! vídeo - do youtube que nos dá a nítida ilusão de que as horas gastas de cliques e mais cliques não foram em vão. Como já disse o Teixeira Coelho, no seu "O que é Indústria Cultural", não há, portanto, por que condenar a indústria cultural sob a alegação de que ela é uma prática do entretenimento, da diversão, do prazer. O prazer é, sempre, uma forma do saber. E La Pequeña Amy Winehouse (lê-se "ámi uínrraus") está aí para nos provar, do alto de seu salto e seus poucos centímetros, que o prazer é, de fato, uma forma do saber.

yo soy la pequeña amy winehouse
yo soy una viciosa... me encanta la droga
a las terapias: no no no!
y me sigo gustando los vicios... jajaja


Para conferir a musa,
clique aqui
ou aqui
aqui também rola!
y donde está machine? :(


postado pela querida Sil às 16:02h

Terça-feira, Abril 22, 2008

Um aquário, um protozoário, um otário... e eu.

Conversas com quem não responde (ou ainda "um aquário vale mais do que mil palavras")


Nossa, era um dia quente. Foi logo depois da aula, talvez não fosse um dia quente não, mas eu corria pelo centro. Correr pelo centro de Porto Alegre faz a Sibéria parecer a região norte de Angola (seja lá o que a minha geografia furada quis dizer com isso). Era Agosto, o Ramiro recém tinha falecido. Não sei se foram as andanças de ônibus, a saudade (saudades de mim ou dele?) ou a água quente que eu botei no aquário, de pena. É, acho que o dia era frio, a correria que fez parecer quente. Lembra disso? Eu te escolhi porque tu eras a mais diferente. Tinham muitos iguais à ti, não sabia qual pegar. Na hora a idéia parecia genial.
Quando ele me contatava durante a viagem, não era para saber de mim, ou eu saber dele, ou eu saber da piscina, da margarina, da Carolina, da gasolina; era para falar do Ramiro. Escreveu que o Ramiro sempre se assustava quando ele jogava a chave na mesa. Foi, provavelmente, a escrita mais legal vinda dele nesse tempo todo. O Ramiro morreu no dia anterior ao aniversário dele, por isso achei que a idéia de dar-te no aniversário era uma boa. Não sei se ele se afetuou tanto com o Ramiro quanto eu, mas pareceu que sim. Maldita idéia de por água morna. Não era quente, era morna. E era pouca. Maldito peixe sensível. Vocês teriam se dado bem com ele. Seria legal ver os três no mesmo aquário. Tu tinhas um lacinho no pote do presente. Foi difícil te tirar do aquário. Eu te seguia com o dedo para não perder-te (tá certa essa ênclise?) naquele mundaréu de peixes, um cardume absurdo num aquário de 130cm², enquanto o vendedor da zimmer desbravava a água com sua redinha.
Ele não atendia o celular. Te peguei com uma mão, o aquário maior vazio, debaixo do braço, o celular estava na outra mão e a bolsa pendurada. Queria que ele fosse atropelado por não atender aquela porcaria. Aquele dia era dia de ele ser grosso. Eu nunca sabia quando ele tirava o dia para ser imbecil ou não. Ele nunca facilitou meu trabalho de descobrir. Incrivelmente achei ele, no último instante, naquele centro infernal. Ele te pegou, gostei do nome que ele te deu. Ele gostou de ti. Ele até perguntou por vocês há dois ou três dias atrás. Na época tu tinhas manchas laranjas e era perolada. Agora, és toda laranja. Quase não te reconheci quando fui buscar vocês dois. Tu eu não conhecia direito, mas, segundo ele, tu eras cor de chocolate. Agora és laranja também. Não sei se isso é bom ou ruim. Essa última escamada me assustou, desregulava o ph da água diariamente. Ele disse para eu não me preocupar. Na minha ausência, ele cuidou bem do Ramiro, se eu acordasse com um de vocês boiando no aquário durante a ausênia dele, ia me sentir o último dos seres humanos. Nem contei nada da oodiniose. Nem contaria. Protozoário oodinium pilullaris dos capeta; queria espalhar os encosto, as maldade, botar os filho dos outro na maconha. Foram, literalmente, marés difíceis aquelas. Mas tudo bem.
Eu não tinha mais o número dele na minha agenda, o identificador de chamadas não reconheceu aquele "toque". Percebi quem era logo de cara, com aquele "oi" deliciosamente cretino que só ele faz. Disse que vocês estavam bem. Que se ele quisesse buscá-los, era só aparecer. Se ele decidir que sim, espero que venha em um dia que eu nem esteja em casa, eu não preciso estar em casa. Mas não queria que vocês fossem. Gosto demais de vocês dois. Não gosto do que vocês representam e do que vocês me recordam, mas vocês são muito bacanas. Melleu disse-me desacreditar na capacidade de alguém de "gostar muito" de um ser que não possa ter uma ereção. Não tenho certeza se vocês dois são realmente um casal desequilibrado que não deixam o outro se alimentar sem atucaná-lo, podem ser dois machos ou duas fêmeas, não importa o sexo ou a ereção (ou a falta de), eu adoro. Demais. Desligue a televisão e vá ver um aquário. Acho que nunca vou aprender quando ele tira o dia para ser grosso ou não. Perdi o interesse.


postado pela querida Sil às 12:53h

Sexta-feira, Abril 18, 2008

canja de galinha não faz mal à ninguém




postado pela querida Sil às 19:31h

Domingo, Abril 13, 2008

Blue Sunday (ou ainda "O Post Pós Show do Doors")
















































ufa... agora já posso morrer.


postado pela querida Sil às 20:56h

Terça-feira, Abril 08, 2008

o fato já estava consumado, ocorreria dali um mês ou menos, a questão era a aceitação

minha vida sem mim


Essa noite tive um sonho tenso demais. E sonho mesmo, não foi pesadelo, de forma alguma. Pesadelo foi um que eu tive lá na praia, onde todos os homens - até os argentinos hermosos! - usavam sunga e algumas pessoas estavam de pochete... nossa, não gosto nem de lembrar. Enfim, sonhei que eu morreria. Mas não era um beco escuro com uma arma na minha cabeça, nem alguém me atropelando. Era uma morte longíqua, aconteceria em um mês ou menos. Um mês, com sorte. Era uma doença terminal, mas não haveria degradação, eu simplesmente morreria, meus órgãos parariam de funcionar e não havia o que fazer. Fui em mais de um médico, e todos lamentavam, me indicavam cruzeiros e formas de aproveitar a vida nos últimos dias. Médicos não devem fazer isso, ou fazem? O que mais me surpreendia era a minha mãe: estava perfeitamente calma, como quem tem a situação sob controle. Ela não queria transparecer pena ou qualquer outra coisa, então agia da melhor e mais planejada forma possível. Pena, numa hora dessas, é só para os pelicanos.
No sonho, eu tinha três grandesíssimos problemas: o que fazer para aproveitar meu último mês de vida, tentar não chorar o tempo todo como eu estava fazendo e, o pior de todos, como contar para as pessoas. Afinal, quando morre-se, uns contam para os outros, é que nem anúncio de festa no salão de festas do prédio do Joaquim: no fim, todos ficam sabendo. Mas se tu sabes que vais morrer, como faz para contar para os outros? Ao longo da vida, vamos adquirindo pessoas e pessoas, formando vínculos quase familiares, amigos excelentes que nós adoramos demais e sabemos o quão recíproco é. Primeiro, soaria como uma brincadeira, depois, soaria como besteira, depois soaria como isso-está-perdendo-a-graça-silvia, aí viria a pena, a aceitação, e a pena de novo. Sem pelicanos. Eu chorava, me controlava, e tentava contar para alguém. Nossa, como era difícil. E o que fazer? Curtir a vida adoidado, fato. Mas o que? Viajar, enlouquecer, tudo sem conseqüências. No meu sonho, eu e uns amigos explodimos um cinema... nada a ver, que idéia tosca.
Depois, fui tomada por um sentimento horrível: o de injustiça, vingança. Era injusto que só eu iria morrer, que justo eu tinha pego aquela doença raríssima e tinha prazo de validade estampado na testa. Não valia, não queria mais brincar. Nunca se pensa assim, é que nem ser a favor da pena de morte: é algo que simplesmente não se faz. Mas era incontrolável. Queria ver mais gente morrendo. Meu subconsciente é do mal. Talvez alguém tenha morrido na explosão do cinema, o que já tinha sido um alívio. As pessoas ao meu redor foram descobrindo, e o que mais me matava era a pena, e não a doença. Esses tempos fui ver Bucket List, tem uma parte que o Jack Nicholson fala que o que mais mata as pessoas são essas visitas em hospitais, e não a doença em si. É mesmo, pelicanos nunca são bem vindos. Pessoas cobertas de pena não são boa companhia, a não ser que elas estejam vestidas de galinha. Aí seria interessante.
Acordei. Não cheguei a morrer, apenas acordei. Acordei meio confusa, por alguns segundos parecia que eu ainda ia morrer, acordei com aquele peso nos ombros, aí percebi que nada mais era do que obra daquilo que Freud explica. Cheguei a folhear o Dicionário da Psicanálise, da Elisabeth Roudinesco e do Michel Plon, procurando alguma interpretação, mas não saquei ao certo onde eles queriam chegar. Lembrei daquele som dos Casca também, que tem um trecho que diz "no dia em que eu morrer, não lembre do tempo que perdemos, lembre do tempo que eu te dei".

no dia em que eu morrer, não me mande flores
no dia em que eu morrer, não me peça favores
no dia em que eu morrer, não morra de amores
no dia em que eu morrer, não fique com pena de mim


postado pela querida Sil às 12:27h

Segunda-feira, Março 31, 2008

Barata pode ser um barato total!


Tudo que você disser
Deve fazer bem
Nada que você comer
Deve fazer mal

Sua vida na cadeia do pensamento
Que de um momento pro outro
Começa a doer... lááááá... lálálálálá-lá... lááááááá... lálálálálá-lá!


postado pela querida Sil às 15:52h

Domingo, Março 30, 2008

Tudo o que louças sujas e volume no 28 podem proporcionar

Silvia Mostarda, na cozinha, com a faca


- Se você, pretende... Saber quem eu sou, eu posso lhe dizeeer... Entre no meeeu carroo, na estrada de Santos, e você vai me conheceeeer... Vooocê vai pensar que eu não gosto nem mesmo de miiii-im, e que na minha idade, só a velocidade, anda juuuunto a mim! colher-ensaboada-microfone Só ando soziiinho, e no meu camiiinho, o tempo é cada veeez melhor
- Menor, Silvia!
- Oi?
- Menor! O tempo é cada vez menor!
- Ah, é!... recoloca os fones Preciso de ajuuuda, por favor, me acuuuda, eu vivo muito sóó!
- Ai, minha filha, eu te acudo! Não viva só! Héhéhé
- Tá, mãe, sai! Deixa eu curtir Roberto Carlos em paz!

"Sai! Deixa eu curtir Roberto Carlos em paz"... sei lá, só achei a frase boa demais pra guardar só pra mim.


postado pela querida Sil às 14:00h

Sexta-feira, Março 21, 2008

niiiiiiiiiiiiiiiice

Gêmeos, parte VI




postado pela querida Sil às 12:40h

Terça-feira, Março 18, 2008

Cinco Percepções Sobre a Academia


Parte Um – A Parte Sofá
Bah, academia... academia é coisa de gente sem cérebro que precisa compensar de alguma maneira (muda de canal). De certa forma, eles até nem são tão idiotas assim, já que, no ápice da santa ignorância, chegaram, sozinhos, à conclusão de que deveriam compensar sua burrice de algum jeito, ou seja, no trabalho braçal – literalmente (enche um pote de sucrilhos). Não vejo motivos para alguém sair do aconchego de seu lar e ir até um centro subversivo onde pessoas suam, cansam, testam suas capacidades... gente nojenta, credo. Ainda ficam tomando suplementos alimentares pra ficarem bombadinhos, as gurias querem parecer macho (muda de canal), gente esquisita do capeta. Eu, hein, o dia em que eu resolver perder meu precioso tempo puxando ferros imbecis num antro onde só tem acéfalos, suar à toa e conviver com gente suada, esfreguem minha cara no asfalto quente (lambe o pote de sucrilhos). E tenho dito. Olha, vai começar Dodgeball! :)

Parte Dois – A Parte Espelho
(Balança o braço na frente do espelho) Putzgrila... Se eu tô assim agora, imagina só daqui trinta anos... E esse corpinho de Vênus de Willendorf super não está me valorizando. É, talvez eu tivesse que me mexer, fazer um esporte, alguma coisa útil assim... aprender um duplo twist carpado ou qualquer coisa que valha. Que raiva, quase todo mundo ao meu redor é magro. Como eles fazem? Ainda se eu me alimentasse mal, mas como direitinho! Aposto que a Oprah tem o mesmo problema... Isso! Vou parar de comer. Vou comer alface, só alface. De agora em diante, será só alface, aí quero ver quem vai pensar que eu tô grávida.

Parte Três – A Parte Desistência (ou A Parte em que a Alface Ganha Novos Amigos)
É... talvez eu não consiga viver só de alface... talvez eu deva fazer um esporte sim, ou entrar para uma... uma... academia. Ew. É o jeito, não há escapatória... damn it. Amanhã vou ver os preços, tem uma aqui perto de casa, aí eu nem preciso me movimentar muito e coisa e tal...

Parte Quatro – A Parte Nirvana
Super atravessei o rio. Ficar naqueles movimentos repetitivos e desgastantes nada mais é do que um estado de espírito que vai além das superações humanas, há um desapego aos sentidos, da ignorância e a superação da existência. Pura ilusão, mas é móó viagem, brôw. Acho que foi a endorfina que eu fumei, ou cheirei suor demais, mas chega-se a um ponto onde não sente-se mais nada e tu só fazes aquilo mecanicamente, é uma viagem! Sério, aquelas abdominais vão muito além das portas da percepção...

Parte Cinco – A Parte Desistência Parte II
Que saco, não agüento mais essa porcaria de academia (enche um pote de granola). Ocupa quase toda a tarde, é uma perda de tempo, e as pessoas são feias, de cabelo esculhambado e suplex. Suplex! Como eu agüentei tanto tempo? Credo, eu, hein, prefiro o glamour da piscina...


postado pela querida Sil às 10:55h

Quinta-feira, Março 13, 2008

kitty kitty, kitty kitty, aaaahhhh

Go, Britmon!


Ahora que a Britinéia não é mais gostosa nem lúcida, ela tirou da sua genial e raspada cabecinha a idéia de auto-promoção com um novo clipe, mas como nem com muita edição iria rolar, super resolveu misturar referências em seu vídeozinho. O tal do "Brake the Ice" nada mais é do que um clipe com enredo e idéia à la Daft Punk, com desenhos de mangás, com bad guys à la Mike Mignola (vide O Verme Vencedor, do Hellboy), música à la Justin (que agora se deu bem e até é auxiliar da Madonna) e gemidinhos à la... bem, à la Britney. O meu ponto é... bem, meu ponto não é nenhum, mais um post supérfluo e gossip girl do blog, mas me fez pensar que deve ser triste ter sido maravilhosa, sex symbol e "oops I did it again" pra, hoje em dia, virar uma gorda escrota pirada. Sorte minha que eu sempre fui assim, nunca tive falsas ilusões! Nossa, ufa... feel much better.


postado pela querida Sil às 12:57h

Sexta-feira, Março 07, 2008


Em tempos de TRansporte Integrado, o preço é mais caro e, a máquina, menos ágil. O cobrador tem menos trabalho. O troco é mais infernal. As linhas de ônibus são boas, como sempre, mas o calor não ajuda em nada. Em nada. O centro é aquele velho amigo. A linha TV, também. Velha amiga. Não gosto muito do transporte integrado. É mais prático, mas muito mecânico, menos calor humano, menos sorriso, mais emperrações. Ainda por cima, trocaram o outdoor onde ficava a Chloë Sevigny, na campanha de verão da Ellus, na esquina da Aureliano com a Praia de Belas. O sentido bairro-centro perdeu um pouco da sua graça. Tri sem graça. Tri infeliz. Tri prático.


postado pela querida Sil às 13:12h

Terça-feira, Fevereiro 19, 2008

Tranqüila e serena, lendo sobre o porquê Dirty Dancing tinha sido um fator definidor da identidade de Lauren Weisberger, cuándo, de repente, detras de un árbol, se aparece el...

Baratas Comem Emulsão (ou ainda, "Amigo, vê um Jose Cuervo com Baygon, por favor!")


... mezcla rara de nojentice com pernas grossas. Do princípio: Deitada na cama, o livro apoiado, a tevê ligada, os quebradeiros fazendo pizza (no mute, claro), o ventilador arrancando os canudinhos que eu prendi nele a cada mil voltas, a lâmpada de cabeceira brigando com minhas pupilas e meu quarto, com o racionamento de energia. Recém havia chegado de viagem, a mala ainda llena, no chão. Minha bolsa gigantesca regurgitando eletroeletrônicos e revistas, perto de alguns itens apeluciados em forma tosca de animais. O grande quadro do Jim olhando isso tudo, relembrando de quando ele destruía hotéis em turnês. Aquele velho clima de home sweet home cujo o qual todos chamamos de "bagunça".
Estava pegando o espírito de Lauren (ela escreve no ritmo em que eu penso), quando algo me chama a atenção, fazendo com que minha vista desviasse do livro composto na tipologia Times, em corpo 11/14 e impresso em papel off-set 90g/m²: um borrão ia subindo minha parede. Como sou míope, leio sem óculos; mas o borrão estava ao fundo do campo de visão. Saquei os óculos na velocidade da luz e logo identifiquei na minha pokeagenda: uma baratona imensa subia pela parede, e não havia chuva - nem aranha! - que a derrubasse. Saltei na cama e chequei meu cinto de utilidades: vazio. Tá, Silvia, tá, peraí... Vamos pensar, é hora de ser racional. Ela subia cada vez mais, quando atingiu o roda pé do teto (é assim que se chama? se for, que falta de criatividade), teve empecilhos: eram curvinhas demais para alcançar o outro ângulo, já que os 90° estavam sendo ocupados por uma massa corrida em formas barrocas rebuscadas. Isso me daria tempo antes de ela alcançar o teto, precisava pensar rápido. Suas anteninhas mexiam-se rapidamente, calculando como ela e suas grossas pernas, que mais pareciam palitos de dente marrom escuro com felpas, passariam de uma área para outra. Avistei o grande copo de Jose Cuervo Gold, onde há desenhado um tatu bêbado mug a rita. Num movimento friamente calculado, saquei-o e comecei a pular, a fim de atingir a barata para dentro do recepiente e levá-la, na seqüência, para a câmara de torturas. Porém, meus quase 1,80m foram em vão, já que o pé direito do quarto é mais alto que meu duplo twist carpado. Barata 1 x 0 Silvia.
Tudo bem, ela apenas abriu espaço para meu plano B, mil vezes mais impiedoso e cruel. Corri para os aposentos de Otto, o Gato Problema, procurando ele, o mal, pérvido, sórdido, cruel, Baygon! *trovoadas*. Espero que ninguém tenha pensado que eu ia tirar o Otto de seu profundo sono de beleza para ir resolver um probleminha desses, Otto é quase a Miranda Priestly, só que dorme com mais pepinos nos olhos. Não encontrei o Baygon. Só encontrei o Jimo Cupim, mas acho que não serve. Voltei ao quarto para checá-la e, tándám! Havia sumido. Tá, Silvia. Tá, muita calma nessa hora. Caíra bem em cima do meu canto onde eu enrolo as pinturas, uma floresta imensa de rolos A3, todos pintados sob uma gramatura de 180. Era como encontrar um palheiro numa fábrica de Marlboro! O desespero começou a se manifestar. Mas tudo bem, ela apenas abriu espaço para meu plano C, duas mil vezes mais impiedoso e cruel. Fiz o que qualquer pessoa alfabetizada, inteligente, com segundo grau completo, muita sabedoria e independência mental faria: Paaaaaiêêêê!
Ele e minha mãe dormiam em sua suíte master, conduzi-o pela mão até a luz e choraminguei, er..., cof-cof, digo, "esbravejei":
- Tem um bicho imenso no meu quarto :(
Meu pai, meu exemplo de vida, sacou de seu cinto de utilidades uma potente Havaiana 43/44, mas aí lembrei-o de que ele teria que matar todos os meus desenhos até chegar na barata. Não se exatamente de onde, mas ele sacou um Baygon Ação Total e o ofertou a mim, com uma cadência no olhar de quem diz "Vamos, minha filha, tu sabes o que fazer!". Aquele Baygon me deu uma sensação de onipotência, há quem diga que meus olhos mudaram de cor por alguns insantes, eu desbravei meus rolinhos de desenho com um grito de guerra que logo se transformou em "ew" quando a ouvi se debater com o poder de meu Baygon. Ela pode se esconder, mas não pode fugir. Enchi tudo de imiprotrina, ciflutrina, propelente e solventes, sem pensar nas conseqüências. Minhas pinturas pingavam Baygon, ela saiu cambaleando até a cova da Samara e da gurizinha do Grito, olha, pai, tá ali, embaixo da minha cama!. Aí sim foi a hora de a havaiana agir. Saiu uma gosminha e deu um estalo. A barata virou óbito. Meu pai ainda me disse para eu dar um jeito nos meus rolos de papel, porque baratas comem tinta. Baratas comem tinta?! Sim, comem. Está cientificamente comprovado que as pessoas não raciocinam direito na madrugada e meu pai era cobaia do experimento. Tudo bem. Lá foi ela, para o lixo orgânico; lugar cujo o qual jamais deveria ter saído. A paz reinou nos meus aposentos e eu voltei para a Lauren e os quebradeiros. Minha floresta de rolinhos de papel secou logo depois, e não danificou nenhuma pintura, pelo contrário, deixou a aparência até mais durinha.
Conclusão da história: Baygon é um ótimo impermeabilizador de tintas e assassino de fim de semana.


postado pela querida Sil às 12:28h

Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008

Well, I'll tell you a story
of whiskey and mystics and men,
dararaaa
And about the believers and
how the whole thing began
dararaaa
First there were women and
children obeying the moon,
dararaaa
Then daylight brought wisdom
and fever and sickness too soon
dararaaa
You can try to remind me
instead of the other, you can.
dararaaa
You can help to insure
that we all insecure our command.
dararaaa
If you don't give a listen,
I won't try to tell your new hand.
dararaaa
This is it; can't you see
that we all have our ends in the band.
dararaaa
dararaaa
dararaaa
And if all of the teachers and
preachers of wealth were arraigned,
darara
We could see quite a future
for me in the literal sands.
darara
And if all the people
could claime to inspect such regret,
dararaaa
well, we have no forgiveness,
forgetfullness, faithful remorse.
dararaaa
So I tell you, I tell you,
I tell you we must send away.
hu-humm
We must try to find a
new answer instead of... a way.
daaaaraaaraaaaaaa

Metade do Doors, Manzarek e Krieger, em Porto Alegre, dia doze de Abril de 2008. Melhor dia - de longe - da minha vida.


postado pela querida Sil às 13:15h

Terça-feira, Fevereiro 05, 2008

A reportagem fala por si, dispensa qualquer tipo de comentário... genial.

Sapateiro decide ser preso


São João Batista (SC) - Jeferson Bertolini, ZH de Terça Feira, 5 de Fevereiro de 2008.

José Renato Lauermann, 44 anos, sempre teve fama de sapateiro dos bons em São João Batista. É tido como um homem trabalhador, gente séria.
No domingo à noite, para espanto dos amigos, tomou uma decisão inusitada: colidiu o carro contra a delegacia da cidade para ser preso e poder ficar longe da mulher.

"Lauermann foi o assunto do dia ontem, em São João, a 70 quilômetros de Florianópolis. A notícia da prisão dele, que volta e meia era visto passeando com a mulher e os filhos em seu Chevette, espalhou-se rapidamente pelo município de 25 mil habitantes.
O sapateiro é casado com Fabiana Schvartz, 20 anos, há cinco anos. Com ela, teve dois filhos, um de três e outro de um ano e cinco meses, mas também se apresentava como pai de um menino de cinco anos, filho do primeiro casamento dela.
O casal sempre viveu em uma casa simples do bairro Crequer. Na sexta-feira, José e Fabiana brigaram. Toda a vizinhança escutou. O sapateiro esqueceu do aniversário da mulher. Foi o início de um fim de semana infernal, com troca de desaforos, e a gota d'água para José dizer que queria se separar.
Às 22h de domingo, ele disse que sairia de casa. Fabiana esbravejou. Ele pegou o Chevette. Ela, os filhos. Todos entraram no carro. José dirigiu até a delegacia. Chegando lá, pediu que a mulher descesse com as crianças. Engatou a marca a ré, e destruiu a porta de vidro da delegacia.
Homem se recusa a ser solto por fiança
Depois da batida, José ficou parado dentro do automóvel. Esperou o comissário de plantão voltar do jantar e apresentou-se como autor do estrago. Pediu para ficar preso. Ontem, ao avaliar o caso, a delegada Graciela Schmidt comunicou-o que poderia ser solto se pagasse fiança e os prejuízos. Ele se recusou e pediu que a polícia não aceitasse que a mulher fizesse o pagamento.
- Quero ficar preso. Aqui é o único lugar onde eu posso ficar longe dela.

José foi autuado por dano ao patrimônio público, crime com pena que varia de seis meses a três anos de cadeia. Fabiana passou parte da manhã na delegacia. Foi levar Coca-Cola e salgadinhos para o marido e tentar falar com ele."


postado pela querida Sil às 17:52h

Sexta-feira, Janeiro 11, 2008

I've been there, my friend.

mecanismos de defeiosa


Ao longo da Getúlio, numa tarde de intensa manifestação do buraco na camada de ozônio, discutia beleza com Júlia. Quando menor, minhas sobrancelhas se uniam, meus óculos eram horrorosos, minhas roupas brigavam com a harmonia do conjunto e tudo era uma desordem. Conheci Júlia nessa época, ela também não ficava muito atrás. Atualmente, aliás, as pessoas com quem eu melhor me dou participavam dessa lista negra. Nós, da lista negra, tivemos que aprender a nos destacar de outras formas que não a beleza; é a lei da selva. Com isso, acabamos nos tornando mais engraçados, com um raciocínio de resposta espertalhona mais rápido e, acima de tudo, mais interessantes. Isso era o pilar, era o que nos mantia em um círculo saudável de amizades, apesar de nunca termos sido os almejados pelo sexo oposto. Assim... nunca. *escorre uma lágrima*
Ao chegar em casa, minha tia tinha a edição atual da SuperSensacionalista, aí resolvi check it out. Não é que tinha uma matéria exatamente sobre isso? Em um trecho, dizia o seguinte:
"A Bonita e Burra
A moça que nasce mais bonita que a média pode ter mais carinho dos pais (...) e ser facilmente aceita entre os amigos. Mas essa herança pode ter um lado ruim: atraindo a atenção pela beleza, ela talvez não desenvolva artimanhas para se destacar, correndo o risco de ficar vazia e desinteressante.
"
É o que eu escrevi no primeiro parágrafo, na forma inversa. O pior é que é bem assim, o que tem de guriazinha acéfala por aí que sempre foi tão bonita e, agora, talvez continue ganhando as coisas por ser bonita, mas pesa o fato de ela não ter conhecimento sobre certas coisas e nem ter a resposta inteligente engatilhada para qualquer situação. Não que eu tenha, mas sempre fui a engraçadinha do meio por precisar disso, como mecanismo de defesa. Eu me cubro com réplicas e sacadas no ar, fui percebendo aos poucos. Na verdade, uma amiga minha que sempre foi a bonitinha me disse isso um dia, há muito tempo atrás, pois, às vezes, acabava se sentindo ofendida com a minha incansável bateria de respostas. Que coisa.
Hoje em dia, começo a evoluir estéticamente. Não sou a Adriana Lima, claro, mas minhas sobrancelhas só se abanam agora. Evoluir o suficiente para me sentir bem comigo mesma, para ler uma vogue e entender o que vestir, para subir em um salto e, de cara, pensar no verbo "arrasar" e ter lá alguns representantes do sexo oposto que não me vêem como a gaga do cabelo ruim que eu era antes. Isso não chega aos pés da minha breve noção de cidadania e convivênvia no grande grupo, de educação com os outros e um conhecimento sobre assuntos gerais, falando de como o vestibular da UFRGS estava em um nível de sabedoria interessante à o que aconteceu com a axila da Posh Spice que caiu para fora de seu vestido no último show. Temos que saber como nos adaptar nessa selvageria, e um rostinho bonito pode ajudar, claro, mas uma ajudinha à la "ugly betty" é providencial.
The revenge of the nerds!


postado pela querida Sil às 14:47h

Domingo, Janeiro 06, 2008

Resoluções para Dois Mil e Ocho


01° - Mudar de emeio... O meu é patético e está comigo há uns sete anos;
02° - Contar quantas vezes eu andei de ônibus esse ano (lá pelos quatorze anos eu inventei de medir a temperatura e os mm de chuva, todos os dias... desisti em Fevereiro);
03° - Me estressar mais;
04° - Levar menos desaforo pra casa;
05° - Dar banhos periódicos no Otto;
06° - Tomar banhos periódicos (nota mental);
07° - Emagrecer 20kg na praia (afinal, o que são duas semanas e muitas dunas?);
08° - Emoldurar todos os quadros que eu estou para emoldurar;
09° - Falar menos, ser mais circunspecta;
10° - Empezar un noviado con un argentino viril y bonitón que no se importe con mi español furado;
11° - Parar de tratar o Otto como se ele fosse uma criança de oito meses vivenciando seu primeiro Natal;
12° - Fazer novos amigos na faculdade (óinquebonitinha!);
13° - Não esquecer dos amigos de idade (só pra rimar);
14° - Estudar de fato, não enrolar;
15° - Parar de me importar com a high society de Manhattan;
16° - O que eu posso fazer se a vida da Carrie e da Serena são mais interessantes que a minha?;
17° - Deixar os dezessete para lá...;
18° - ... fazer dieciocho!;
19° - Ser menos fatídica e melodramática (choradeira, bateção de porta e muitas orações iniciadas com "eu nunca");
20° - Eu nunca mais vou me embebedar (he-he);
21° - Arrumar os nomes e deletar os repetidos da pasta "mp3 recebidos", que, atualmente, comporta 2.319 arquivos;
22° - Plantar uma árvore, escrever um livro e fazer um filho;
23° - Bonsai, publicação do meu blogger e o Otto contam como, right?;
24° - Arrasar na elke, beesha!;
25° - Não escrever mais resoluções. Elas são bestas;
26° - Parar de baixar seriados no meu computador;
27° - Fazer uma casa simples e dar emprego pros Sims, nada de klapaucius; (!) - hãn? hãn? (N)
28° - Rosebud... que mentira;
29° - Manter meu quarto em ordem;
30° - Submergir uma casinha de lego em um aquário com peixes;
31° - Usar mais o verbo "submergir";
32° - Escrever um dicionário Português - Beeshes / Beeshes - Português;
33° - Melleu vai ter que me ayudar nessa;
34° - "Hãããã, nem sabe!" - Ser menos exagerada;
35° - Eu preciso saber da piscina;
36° - da margarina;
37° - da Carolina;
38° - da gasolina;
39° - Ouvir e assistir à mais coisas nacionais;
40° - Riiio, 40°, cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos (8)(H);
41° - Tomar mais banho de chuva;
42° - Comprar mais roupas;
43° - Ver mais filmes;
44° - Aprimorar minhas já geniais sacadinhas;
45° - Inventar um blog novo que esse aqui já está se esgotando;
46° - Não de mim, mas sim, sua capacidade - que fique bem claro;
47° - Usar mais coisas de cetim, cetim é lindo;
48° - Tentar excluir "beesha", "arrasa" e "se joga" do meu vocabulário;
49° - Não parecer esquisita na faculdade. Não parecer esquisita na faculdade. Não parecer esquisita na faculdade. Não parecer esquisita na faculdade;
50° - Postar periodicamente, tenho abandonado em demasia o blog;
51° - Parar de usar "demasia", "exarcebado" e parar de ouvir o Milho;
52° - Beber mais vinho;
53° - Beber menos ceva;
54° - Fazer um piercing no mamilo esquerdo, que nem a Nicole Richie;
55° - Eventual lida da minha mãe no blog: brincadeirinha, hihi;
56° - Ver menos televisão;
57° - Ler mais;
58° - Escrever mais;
59° - ... mais. (he-he);
60° - Expor qualquer porcaria minha no Café da Oca;
61° - Responder o "auto-retrato" do DonnaZH;
62° - Só de brincadeira, jura que o inimigo iria me publicar;
63° - São perguntas interessantes, nem vem;
64° - Parar de chorar nas propagandas de Natal Zaffari e Bourbon;
65° - Parar de chorar vendo filmes bobos ("mas paaai, é triiiste!");
66° - 6;
67° - Patinete... é, tá, nevermind;
68° - Frango assado... é, tá, nevermind;
69° - (6);
70° - Aprender as coreografias da Gretchen;
71° - E a do Sidney Magal em "Tenho"!;
72° - Ninguém me leva a sério, mas eu gosto deles de verdade, ouço em casa;
73° - Criar coragem e passar um "louro acinzentado" no meu cabelo;
74° - You worth it (Laetita sendo dublada);
75° - Comer melhor;
76° - Viajar mais;
77° - Comer melhor;
78° - Viajar mais;
79° - Parar com ambigüidades;
80° - Freqüentar e prestigiar mais os shows d'rock gaúcho de Porto;
81° - Desenhar mais, bem mais, muito mais, até encher o saco;
82° - Concluir - de fato - um gibi;
83° - Ser vencedora inter-grupal de bisca (quarteto, me aguarde);
84° - Ganhar de alguém com mais de oito de idade no xadrez;
85° - Entrar em todos os lugares que eu não pude entrar quando menor de idade;
86° - E sair dando carteiraços, bem baicuara - como diria meu pai;
87° - Seja lá o que "baicuara" means;
88° - Dirigiiiiiiiir;
89° - Não escrever resoluções, mas sim, "prognósticos" - é mais fino, mais minha-fase-cetim;
90° - Eu queria que voltassem os anos sessentaaa, eu queria ficar lúcido até os noventaaa;
91° - Ouvir mais meus pais;
92° - Evitar pitis chiliquentos da minha mãe;
93° - Ser uma filha querida;
94° - Ser uma boa colega;
95° - Ser uma boa cidadã;
96° - Ser uma boa amiga;
97° - Ser uma boa irmã;
98° - Ser uma boa guria (-20kg!);
99° - Ser uma boa desenhista;
100° - Arrasar com meu cetim e o louro acinzentado.

P.S.: Terrível, terrível... eu sou Terrível (101° - Parar de assistir ao show do Rei na virada).


postado pela querida Sil às 21:40h